Avançar para o conteúdo principal

Aguas de luxo: Para quê?



Aqui há dias (já foi praí há um ano mas não digam a ninguém) fui com o JF e o PVD a um supermercado qualquer.
Como o PVD tem uma fixação aparentemente genética por cutelaria (ao que parece o avô era um cuteleiro vimaranense), nomeadamente macabras facas de cozinha, eu e o JF fizemos pressão para a zona das bebidas.
Foi então que me deparei com garrafas de água de vidro de marcas menos consumidas, que custavam...bom...eu já nem quanto, pra mim uma garafa de água que custe mais de 2 euros já é carissima, mas posso-vos assegurar que custava bem mais do que isso!
Eu peguei na garrafa para perceber o que tinha aquilo de especial. Era vidro, não era ouro...a água era tão transparente quanto as outras, não a abri porque não pude, mas visto que a água não devia cheirar a pétalas nem teria sabor, eu pergunto-me: Porque raio uma água tem de ser tão cara?! Quem é que vai dar 10 euros ou lá o que era por uma mera garrafa de água cuja quantidade não diferia muito das outras garrafas?
Então pensei que se o PVD seria capaz de dar mais de 50€ por um canivete xpto ou uma faca extremamente sexy, porque não hão de haver malucos que dariam 10€ por uma água da marca Chanel? Provavelmente só devem vender uma por ano...

E vocês, amigos leitores? Cometeriam uma excentricidade dessas por algum bem material supérfulo como nestes exemplos? Partilhem connosco através da caixinha de comentários.

Comentários

  1. Por acaso andei a ver algumas navalhas que são muita fixes, mas 50 euros não sei se dava. E a pagar 10 euros por garrafa acho bem tenha vindo pelo menos da sanita da rainha de inglaterra.

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Comentem pá, um bom comentário motiva a malta!

Mensagens populares deste blogue

Coçador de micose implacável

Senhoras e senhoras, meninos e meninas (Ou será que em vez desta treta toda é melhor chegar aqui á Fernando Rocha: Ora ladies and gentleman… digam vocês o resto senão terei de por a bolinha vermelho no canto do blog). Hoje temos aqui presentes dois dos maiores coçadores de micose do país, de um lado temos ao Gato fedorento campeões a coçar a micose há vários anos, do outro lado temos PVD o mais novo coçador de micose, com apenas 17 anos já coçou bastante a micose. Eu e o Space Aye já nos oferecemos para ajudar PVD, mas ele não tem medo, ele diz que é capaz de os enfrentar os quatro membros do gato fedorento e derrotá-los sozinho. Entrevistador – PVD já não escreves um post, há cerca de dois ou três meses, e os Gato fedorento já estão ausentes há mais de meio ano achas que ainda é possível dares a volta por cima? PVD – Opá eu acho que sim, um atleta de alta competição a coçar a micose como eu não se pode deixar vencer por quatro marmanjos porque era extremamente chatinho se eu perdess

Porque odeio espanhóis

Se eu fosse o PVD, a resposta ao título deste post poderia ser apenas uma frase: "porque sou português". Mas como eu faço posts minimamente decentes (hein, PVD?) vou escrever mais duas ou três. A razão para eu fazer este post (além do facto de este blog já estar a ganhar baratas) prende-se com o facto de eu estar prestes a partir de férias (ou seja, contem com mais baratas pelo menos até pra semana). Férias...para Espanha, obviamente. Porque é para lá que os pobres como eu passam férias fora. No entanto, estou convencido que a viagem vai ser um martírio, uma vez que como vou de autocarro, e a minha chegada está prevista para 13 horas (não às 13h mas depois de 13 horas de viagem!). Por isso decidi levar a biblioteca de Alexandria comigo. Não foi fácil, visto que aquilo estava tudo queimado e debaixo de água, mas lá consegui pegar nuns calhamaços velhos e trazer comigo. Mas apesar de estas 13 horas parecerem muito, não me espanta. Afinal de contas, é provável que o motorista re

António Costa, o irrevogável socialista

Como qualquer showman, António Costa, adapta-se á sua plateia, e foi isso que o líder socialista fez quando em Barcelos diante de uma plateia de portugueses se apercebeu que tinha que voltar a soar um bocado á "alternativa" que tinha prometido antes de se tornar lider do PS. O incrivel progresso que o país tinha tido aquando do seu evento público de vassalagem aos investidores chineses rapidamente se transformou em retrocesso, num perfeito exemplo de trapézio á la Portas. A adaptação pode ser um grande trunfo quando se procura entreter um público, mas não o devia ser quando se fala de convicções. Mas num país onde a palavra irrevogável perdeu o seu significado original, isso já é capaz de ser pedir demais. Se há alguma coisa que se pode reter é que afinal parece que a falta de convicção dos lideres do PS não é defeito, é feitio.